sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Paraenses de Mentira

Recebi este texto abaixo e coloco aqui pra mostrar os paraenses que mentem de verdade!!!!

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Eu também repasso, por faça o mesmo repasse aos paraenses de verdade.

PARA DIVULGAR

Com a divisão 90% dos funcionários públicos do estado do Pará serão demitidos em massa, e os novos estados só poderão fazer concurso em 20 anos,enquanto isso os políticos e magistrados ficarão no poder com suas famílias,luxando com o dinheiro do seu tributo. O efetivo policial será reduzido por menos da metade,os funcionários de todas as secretarias serão reduzidos...
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É, um país que idolatra as ex-BBBs, sou mais a apresentadora Priscila da TV Colosso. É, pois Cadela por cadela, ela, pelo menos, me fazia rir de verdade! Diferente desses paraenses que mentem, mentem, mentem, mentem, mentem, mentem, mentem, mentem, mentem, mentem, mentem, mentem, mentem, mentem e mentem, só pra se darem bem.

Eu voto pela CRIAÇÃO dos estados do Tapajós e do Carajás.

Esses que olham o próprio umbigo teimam em falar em divisão, tenho pena.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Há 20 Anos, Brasil Surpreendeu no Pan de Havana e Levou a Medalha de Ouro no Basquete Feminino

Fonte: CBB em http://www.cbb.com.br/noticias/showrelease.asp?artigo=8788

Comandadas por Paula e Hortência, brasileiras vencem cubanas por 97 a 76 e sobem no degrau mais alto do Pan-Americano de Havana.

Foi a primeira vitória importante da equipe e marcou a arrancada de uma geração inteira”, ressalta Hortência.

Apesar de depois termos vencido um Mundial e conquistado uma prata olímpica essa medalha de ouro no Pan de Havana teve uma repercussão maior por tudo que envolveu”, afirma Paula.

Durante a cerimônia no pódio, o líder cubano Fidel Castro brincou com as estrelas, e aquele time passou a ser respeitado no cenário internacional.

"A figura do Fidel marcou para o Brasil todo. Afinal de contas tínhamos acabado de vencer a equipe dele. Independente de posições políticas, ele foi um grande líder”, conclui Hortência.

Foi muito gentil da parte do Fidel descer de seu camarote para parabenizar nossa equipe. Só deu mais valor ao nosso título”, disse Paula.

No ano seguinte, em 1992, pela primeira vez a seleção se classificou para os Jogos Olímpicos, o que resultou no sétimo lugar em Barcelona. Dois anos depois, a conquista do título mundial, na Austrália, e em 1996, a prata olímpica, em Atlanta.

Apesar de depois termos vencido um Mundial e conquistado uma prata olímpica essa medalha de ouro no Pan de Havana teve uma repercussão maior por tudo que envolveu”, lembra Magic Paula.

Antes dos Jogos Pan-Americanos em Cuba, a seleção brasileira feminina não havia conquistado sucesso em competições internacionais – até então, a equipe nunca havia disputado uma Olimpíada e o único pódio em Mundiais havia sido a medalha de bronze em 1971, em São Paulo.

Além de Paula e Hortência, a equipe da técnica Maria Helena Cardoso contou Janeth, que atualmente acompanha a seleção Universíade, na China, que mesmo distante lembrou-se da conquista.

Foi um momento muito importante para todas nós. Era um grupo muito unido, muito bem entrosado e harmonioso”, lembra Janeth.

O presidente da CBB, Carlos Nunes, falou da importância do título para o basquete atual: “É uma conquista que até hoje colhemos frutos. Desde aquele dia, há 20 anos, serve de inspiração para as meninas que hoje jogam basquete e se preparam para disputar o Pré-Olímpico, em Neiva, na Colômbia. É um motivo de muito orgulho para nós brasileiros”, conclui.

CAMPANHA INVICTA: O Brasil começou com vitória sobre os EUA. Depois, venceu Canadá, Cuba, Argentina, Canadá de novo e, na decisão, as donas da casa.

Delegação brasileira: Hortência, Paula, Marta, Ruth, Janeth, Nádia, Vânia, Simone, Ana Motta, Joyce, Roseli e Adriana.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Sobre a Divisão de Estado do Pará

12 MOTIVOS A FAVOR DE TAPAJÓS E CARAJÁS

Carajás e Tapajós são respostas ao principal problema da Amazônia.

1. Todos os diagnósticos apontam como o principal problema da Amazônia a ausência de Poder Público.

2. De fato, com 45% do território nacional, a Amazônia só recebe 12,9% do repasse dos recursos constitucionais, pois as regiões com maior número de Estados e Municípios recebem a maior parte.

3. O Estado de Minas Gerais possui mais quilômetros de rodovias federais asfaltadas do que todos os 7 Estados da Amazônia juntos.

4. Toda a região amazônica detém míseros 12% de toda a rede de rodovias federais pavimentadas.

5. Dos 28.314 quilômetros da rede ferroviária nacional, a Amazônia participa com minguados 429 quilômetros, ou 1,52% (isso mesmo, menos de 2%).

6. Se transporte hidroviário é a vocação da maior parte da região, não existem investimentos significativos para viabilizar a infraestrutura necessária, pois nem Belém, a capital do Pará, possui um terminal de embarque e desembarque adequado às necessidades e exigências locais, imagine os Municípios do interior na extensa região ribeirinha amazônica.

7. A criação dos Estados Tapajós e Carajás, com mais o Estado do Pará, fortalecerá a presença da região no cenário nacional e certamente demandará investimentos públicos federais em cada um desses Estados, como tem acontecido nas outras regiões do Brasil.

8. Hoje a região amazônica é sub-representada no Congresso e no cenário político nacional, pois com a maior parcela do território nacional, com toda a biodiversidade e importância estratégica internacional, a Região Amazônica possui 12,6% da representação política na Câmara dos Deputados, enquanto o Nordeste possui 29,4% dessa representação.

9. Essa assimetria política aprofunda as diferenças sociais e econômicas, pois nos últimos anos as transferências voluntárias de recursos federais da União (através de Convênios para investimentos) oscilaram entre 16 a 18% para a Região Amazônica, enquanto para o Nordeste oscilaram entre 34 a 36%.

10. Aprofundando essas desigualdades e assimetrias, enquanto toda a Região Amazônica possui 8 Universidades Federais, somente o Estado de Minas Gerais possui 11. Se formos levar em consideração os Institutos Tecnológicos, a Região Amazônica possui 5 enquanto a Região Sul (com 3 Estados) possui também 5.

11. Enquanto a região, em especial o Estado do Pará, é um dos maiores produtores de energia elétrica do Brasil, toda a Amazônia só participa com 5,47% na renda nacional da produção e distribuição de eletricidade e gás, água, esgoto e limpeza urbana; e 7,5% da renda nacional de administração, saúde, educação pública e seguridade social.

12. O custeio da máquina administrativa federal consome R$ 12,1 bilhões no Estado de São Paulo; R$ 9,3 bilhões no Estado do Rio de Janeiro; e R$ 7,3 bilhões em TODA a Região Amazônica. O Rio de Janeiro possui 150 mil funcionários públicos federais, enquanto TODA a Região Amazônica possui 63 mil. O Pará é o segundo maior Estado da Federação, mas é o 10º no custeio da máquina do Governo Federal. O Amazonas é o maior Estado da Federação, mas é o 19º no custeio da máquina do Governo Federal.

Esses dados consolidam o quadro que demonstra o drama da ausência de Poder Público na Amazônia, o que só se resolve, obviamente, com a presença de mais Poder Público na Amazônia, daí a importância de criar os Estados do Tapajós e Carajás e de fortalecer o Novo Estado do Pará.

Fidelis Paixão
Advogado ambientalista, pastor, educador e empreendedor social.
www.fidelispaixao.blogspot.com
www.facebook.com/fidelis.paixao
Skype: fidelispaixao
Twitter: @fidelispaixao

(recebido por email, vivaldo.reis@gmail.com, de Vivaldo de Oliveira Reis Filho)

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Estou mais preparado hoje do que em 1994

Fonte: www.ig.com.br, Home iG › Esporte › Basquete

É interessante:

Para buscar uma vaga nas Olimpíadas de Londres, a seleção brasileira feminina de basquete disputará o Pré-Olímpico na cidade de Neiva, na Colômbia, a partir de 24 de setembro, com um personagem bastante conhecido na história recente da modalidade no Brasil. Em sua primeira experiência no comando de uma equipe feminina, Ênio Vecchi, de 51 anos, retorna ao cargo máximo de uma seleção brasileira disposto a escrever uma história mais feliz do que em sua primeira experiência.

Em 1994, Vecchi comandou a seleção masculina na pífia campanha no Campeonato Mundial do Canadá, quando a equipe – que por conta de uma renovação forçada pela CBB (Confederação Brasileira de Basquete) – terminou somente no 11º lugar, com um time repleto de garotos inexperientes e sem ter a presença de Oscar Schmidt, que ainda brilhava no basquete europeu. No ano seguinte, com Vecchi sendo substituído por Ary Vidal e tendo Oscar no time, a seleção conseguiu a vaga para as Olimpíadas de Atlanta. Foi a última vez que o time masculino do Brasil conseguiu este feito.

Mas Ênio não se arrepende do trabalho realizado. Muito pelo contrário. “Naquele momento, a história confirma isso, tinha que ser feita aquela renovação. Em 95, conseguimos a classificação para os Jogos, tudo bem, mas do que adiantou tudo aquilo?”, pergunta o treinador, que não está assustado em ter como primeira experiência no comando de um time feminino ser justamente a seleção brasileira.

“É um novo desafio. Isso é importante na carreira de qualquer técnico, isso te motiva. Não pensei muito para aceitar, pois é um dos cargos mais importantes do esporte brasileiro e uma oportunidade única de disputar um Pré-Olímpico, com a possibilidade de classificar para as Olimpíadas”, diz Vecchi.

Em entrevista exclusiva ao iG, Ênio Vecchi também comentou sobre sua adaptação ao trabalho com as mulheres, a possibilidade de aproveitamento da jovem pivô Damiris, destaque na campanha da medalha de bronze do Brasil no Mundial Sub 19, e também sobre como pretende administrar a talentosa e temperamental ala Iziane, famosa pela briga com o ex-técnico da seleção Paulo Bassul, no Pré-Olímpico Mundial de 2008, em Madri.

iG: Em 1994, a seleção masculina fracassou sob seu comando no Mundial do Canadá. Hoje você se sente mais preparado para assumir uma seleção do que naquela época?
Ênio Vecchi: Lógico, com certeza. Mas experiência só se ganha com o tempo como técnico, tudo serve de referência. O principal problema no Mundial de 94 foi que os dois alas titulares, Fernando Minucci e Chuí, se machucaram em cima da hora. São várias circunstâncias que atrapalharam aquela equipe. O  feminino na época também fez uma renovação, só que foi campeão mundial.

iG: O fato de não ter uma vivência com o basquete feminino chegou a lhe preocupar antes de aceitar o cargo?
Ênio Vecchi: Sim, houve uma preocupação inicial porque sempre acompanhei o basquete feminino mais de longe. Por isso, comecei a ver de perto os treinos das seleções Sub 16, Sub 17, acompanhei o time Sub 19 desde o início da preparação. Então, isso me deixou mais tranqüilo. O que já deu para perceber na rotina de treinamentos é que no feminino existe uma concentração mais aguçada, uma entrega mais marcante em relação ao treinamento e sistema de jogo. Elas procuram superar a diferença física em relação aos homens trabalhando a parte intelectual do jogo com mais intensidade.

iG: Alguns colegas seus que trabalham no basquete feminino criticaram a sua escolha para o cargo, justamente por nunca ter trabalhado na área. Como você recebeu estas críticas?
Ênio Vecchi: Acho que é normal ter este tipo de reação. Mas todos eles conhecem minha carreira, sabem do meu trabalho. estamos num país onde as pessoas são livres para opinar. Não vejo como algo problemático. No vôlei isso foi feito e todo mundo aplaude. As pessoas analisam situações iguais e analisam de forma diferente. Mas isso não me magoa nem chateia.

iG: Você acompanhou o desempenho da pivô Damiris no Mundial Sub 19. Pretende aproveitá-la na equipe neste Pré-Olímpico?
Ênio Vecchi: Certamente. Foi muito importante a participação dela no Mundial, foi notório o destaque dela. Ela tem dois fundamentos muito importantes, como ser cestinha e ótima reboteira. Ela tem um potencial muito grande, já é uma realidade e tem potencial para se desenvolver cada vez mais.

iG: Você deve ter acompanhando o episódio da discussão da Iziane com o Paulo Bassul, no Pré-Olímpico mundial em Madri, em 2008. Como você pretende administrar o fato de Iziane, apessar de ser um grande talento, ter um temperamento complicado?
Ênio Vecchi: Temos que sempre convergir para um bem maior, que é a seleção. A Iziane está aqui para servir o nosso país, precisa ter esta ideia muito clara na cabeça. Isso é muito mais importante do que qualquer problema pessoal. Mas não irei trazer à tona uma coisa que aconteceu lá atrás. A relação lá foi uma, agora é outra realidade. O caminho do entendimento é o melhor a ser tomado.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Do filme: O Livro de Eli.

Prezado Senhor! 

Obrigado por me dar a força... e a convicção para completar a tarefa que me foi incumbida.

Agradeço por me guiar forte e verdadeiramente, através da retidão... entre os inúmeros obstáculos no meu caminho.

E por me manter firme, quando tudo parecia perdido.

Obrigado por sua proteção... e pelos seus muitos sinais ao longo do caminho.

Graças por qualquer bem que eu tenha feito... e perdão por algum mal.

Agradeço pela amiga que fiz.

Por favor, olhe por ela, assim como olhou por mim.

Obrigado por finalmente me permitir descansar.

Estou muito cansado.

Mas eu vou agora para meu descanso, em paz.

Sabendo que fiz o certo no meu tempo nessa terra.

Fui um bom combatente.

Eu terminei a corrida.

Eu mantive a minha fé.
Do filme: O Livro de Eli.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Conflito de Interesses

Senhores

56 Deputados Federais e Senadores da República, ou seus familiares, têm Rádio e Tv.

É isto mesmo, as vozes do povo nas mãos dos poderosos.

Um tremendo conflito de interesses, já que é o próprio Congresso Nacional que analisa e aprova a concessão pública de rádio e tv no país. Na prática, o Congresso está legislando em causa própria, ou não?

É conflito de interesse que não acaba mais, até quando?

Olhem com muita atenção a lista e vejam quantos Senadores e Peputados no Pará têm rádios e tevês. E em todo o país. Não se assustem, falo.

Lúcio Solano

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Regulamento – 2ª Divisão – 2011 – 1ª Edição - Atualizado

Senhores

Informamos que o regulamento da segunda divisão do campeonato paraense de basquete foi atualizado e se enconta disponível para consulta por todos em:

Muito obrigado pelo interesse e pela confiança.

Lúcio Solano

Guia Prático Entendendo As Mulheres

É brincadeira...

Após 3 séculos (isso mesmo: 3 séculos) sendo elaborado por diversos sociólogos e homens de reconhecido conhecimento, finalmente saiu o primeiro volume do Guia Prático para Entender as Mulheres.

Se você está cansado de tentar entendê-las, não fique mais desesperado!!! Chegou o primeiro volume do sensacional, inovador e revolucionário manual onde você poderá buscar todas as melhores respostas para suas pequenas e grandes dúvidas.

E boa sorte...


quinta-feira, 12 de maio de 2011

Inscrições Prorrogadas para 2ª Divisão da FPB

Senhores

Foram prorrogadas as inscrições da 2ª Divisão do Campeonato Paraense de Basquetebol da Federação Paraense de Basketball, as mesmas se encerram dia 19/5, quinta-feira. O valor também sofreu alteração, agora são R$ 650,00 (seiscentos e cinquenta reais) por equipe.

Melhores informações pelo fone 3249-9513 ou email fpbpa@yahoo.com.br.

Lúcio Solano

terça-feira, 10 de maio de 2011

Miséria Profissional? Saia Desta!

A fonte do texto (aqui com adaptações) abaixo fica em http://pt.shvoong.com/humanities/1666446-aprenda-sair-da-mis%C3%A9ria-profissional/

Aprenda a Sair da Miséria profissional

Pra alcançar o sucesso, é preciso, necessariamente, assumir riscos. Não aleatoriamente, mas com consciência, com pés no chão, procurando manter uma margem de segurança capaz de aceitar eventuais erros, por conseqüência das escolhas feitas; ter a coragem de ultrapassar a zona de segurança que nos faz cômodo, abandonar velhos métodos comportamentais, hábitos e costumes, acreditando, porém, nas nossas escolhas.

Ás vezes, criamos um limite mental inconsciente, pra nos protegermos das incertezas ao ultrapassá-lo. E pra não turbar a já fraca estabilidade na qual nos encontramos, preferimos não enxergar além da comodidade, por medo de perder o pouco que já se tem nas mãos. Preferimos continuar no torpor da miséria profissional que enfrentarmos o desafio de uma reformulação de pensamento pra modificar o estado actual.

É de noblesse oblige reelaborar o modelo atual de pensamento, e redimensionar as informações que automatizam nossa forma de pensar, se quisermos atingir o alvo. Em geral, a mente cria um modelo de realidade que pode continuar eternamente imutável; é preciso colocá-lo, de vez em quando, em discussão. Por causa do modo em que a mente opera pra criar modelos conceituais definidos, é difícil fazer uso melhor das novas informações, se não tentarmos reestruturar os velhos métodos.

Ás vezes, estamos tão habituados em usarmos nossos recursos mentais naquela mesma direcção, que, inconscientemente, excluímos a necessidade de um redimensionamento. Aliás, a nível mental, essa possibilidade nem existe. Os velhos mecanismos comportamentais, por mais negativos e dolorosos que sejam, possuem um incrível poder de atracção magnética, pelo simples fato que nos é familiar e os conhecemos como ninguém; mas se desejamos atingir metas, é válido fazer algo em que acreditamos, mesmo que comporte um risco. Ultrapassar essa barreira é como fazer um vôo emocional, é caminhar no vazio sem pontos de referência, porque, no momento em que você ultrapassa, não existe nada mesmo a que se agarrar, senão a confiança em si mesmo. É ‘just do it’. Mas depois desse passo, é doce sentir o sabor da vitória, e é um grande passo pra a afirmação de nossa auto-estima.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Regulamento – 2ª Divisão – 2011 – 1ª Edição

Divulgando...
Regulamento Geral do Campeonato 
Paraense de Basquetebol
2ª Divisão2011 – 1ª Edição

I – DA COMPETIÇÃO

Art. 1º - A competição se dará no naipe masculino nessa primeira edição, sendo oficializada e inserida a partir deste momento no calendário anual da Federação Paraense de Basketball.

Art. 2º - A competição será organizada e dirigida, na conformidade do disposto deste Regulamento, onde será regida pelas Regras Oficiais da FIBA,     com adaptações a que convier, normas e resoluções aprovadas pela Federação Paraense de Basketball.

Art. 3º - A competição visa propiciar, incentivar e difundir a prática do basquete, desenvolvendo a interação do relacionamento humano.
       3.1 – Será realizado o Congresso Técnico da competição , com data, horário e local definidos pela F.P.B.
       3.2 – Será constituída uma Comissão Disciplinar determinada pela F.P.B.  
II – DA DIREÇÃO DA COMPETIÇÃO

Art. 4º - A competição será dirigida pela F.P.B. com a coordenação técnica indicada pela mesma.

Ao citado neste artigo, compete:

4.1 – Elaborar a tabela da competição
4.2 -  Adotar as providências de ordem técnica necessárias à organização da competição
4.3 – Indicar, coordenar os oficiais de arbitragem que irão atuar na competição
4.4-  Examinar súmulas e relatórios da arbitragem, que, porventura tenham que ser analisados.
4.5- Determinar data, hora, local de realização das partidas, de acordo com os dias e cessão das quadras disponíveis.

Art. 5º - A tabela será elaborada em reunião com os participantes da competição. As modificações     que porventura venha acontecer na tabela e calendário, depois de aprovada, serão sempre para atender os interesses da F.P.B e equipe participantes, desde que por decisão unânime.  

Art. 6º - A competição será realizada nos ginásios disponíveis e aprovados pela Coordenação Técnica da competição, bem como, qualquer outro ginásio que seja indicado pela F.P.B.

Art. 7º -   Não será admitido no decorrer da competição, a inversão do mando de campo, salvo:

      7.1 – Decisão irrecorrível de sanções disciplinares;
      7.2 -  Determinação da Coordenação Técnica da competição
III DA INSCRIÇÃO E PARTICIPAÇÃO DE EQUIPES E ATLETAS

Art. 8º - Nesta primeira edição, será permitido a inscrição de no máximo 14 (quatorze) equipes, com o máximo  de 20 (vinte) atletas.

Art. 9º -  Só será permitido a inscrição de atletas que tenham a idade a partir de 18 (dezoito) anos.

Art. 10º - Só será permitido a inscrição de atletas federados (ilimitado), que tenham participado de competições oficiais da F.P.B. por clubes filiados e convidados até o ano de 2009, ano de 2010 e 2011 ( atletas vinculados a clubes filiados e convidados, para competições a acontecer), não poderão participar.

Art. 11º - A taxa de inscrição para cada equipe será no valor de R$- 600,00 (seiscentos reais) , que deve ser pago no ato da inscrição da equipe, na sede da Federação Paraense de Basketball, situada na Rua Paes de Souza, anexo da Federação Paraense de Futebol, tel: 3249-9513, e-mail:fpbpa@yahoo.com.br, no horário de 15:00 as 18:00 h, com a Sra. Regina ou Sr. Jairo Oliveira. Período de inscrição: 20 de abril a 13 de maio de 2011.

Art. 12º - Será obrigatório a apresentação de documento de identidade ( documento emitido pela Secretaria de Segurança, Carteira de Trabalho, Carteira de Motorista, Passaporte, Carteira Profissional), não será aceito, carteira de meia passagem, boletim de ocorrência, carteira de estudante, atestado de matrícula de instituição de ensino, aos mesários, em todas as partidas.

Art. 13º - Só poderá participar a (s) equipe (s) que até 48 (quarenta e oito) horas antes do início da competição, tenham entregado sua  relação  e quitado a taxa de inscrição junto a F.P.B.
        13.1 – A relação de atletas, não poderá ser modificada, alterada, acrescentada, após a entrega na F.P.B no ato da inscrição  

Art. 14º - Cada equipe só poderá começar a partida com no mínimo 07 (sete) atletas, e poderá inscrever no máximo 12 (doze) jogadores, não havendo a presença do mínimo de atletas citados, a equipe perderá por 20 x00 ( WXO).

Art. 15º - Todos os jogadores inscritos na súmula deverão obrigatoriamente cumprir um quarto completo de jogo, e a ficar de fora da partida pelo menos um quarto integral. Se uma contusão, eliminação, desqualificação ou qualquer outro motivo vier impossibilitar um atleta de completar o quarto obrigatório, sua equipe será penalizada a jogar o restante do quarto com os atletas que estiverem na quadra, sem a condição de substituir.

Art. 16º - A equipe que sofrer 02 (dois) WxO, estará eliminada automaticamente da competição, sem prejuízo de pontuação das equipes que porventura já tenham jogado contra essa equipe e tenham vencido a partida. No acontecimento deste fato, a Coordenação Técnica, tomará as providências devidas, para refazer a tabela. 

Art. 17º -  Os jogos da fase classificatória terão duração 32 (trinta e dois) minutos, divididos em 04 períodos parado de 08 (oito) minutos cada, com intervalo de 02 (dois) minutos entre o primeiro e o segundo quarto e entre o terceiro e quarto quarto. Entre o segundo e o terceiro quarto, o intervalo será de 05 (cinco) minutos. Havendo períodos extras, o intervalo será de 01 (um) minuto. Nos plays offs, a duração da partida será de 40 (quarenta) minutos, nas mesmas condições citadas neste artigo.

Art. 18º - Todas as equipes jogarão entre si, onde as duas com maior pontuação, dentro das normas do Regulamento, jogarão um play off, melhor de três partidas, para saber o campeão.
IV DOS PROTESTOS

Art. 19º - O Protesto é uma forma de manifestação diante de uma situação irregular decorrente da disputa, expresso através de documento hábil, encaminhado a Comissão Disciplinar, através de registro, junto a Secretaria da F.P.B.

       19. 1 – O Protesto só será aceito se atender as seguintes determinações.

a)    O capitão da equipe deverá, solicitar ao árbitro da partida que deseja assinar protesto no espaço devido na súmula, informando que está protestando por algum motivo que está uma suposta irregularidade
     
b)    A equipe que desejar fazer o Documento de Protesto, terá até 48 (quarenta e oito) horas após a partida, para dar entrada (via relatório) através de seu representante legal ou pessoa autorizada mediante Procuração, com tal documento, mediante ao pagamento de uma taxa de R$- 100,00 (cem reais), junto a Secretaria da FPB, no horário citado no Art. 11º deste Regulamento.

c)    Considerado procedente o Protesto, a equipe que formulou, sendo a vencedora da causa, a taxa de protesto será devolvida.

d)    Ficará a cargo do árbitro da partida, emitir relatório sobre o fato, para subsídio a Comissão Disciplinar da competição, no julgamento do fato.

V CÓDIGO DISCIPLINAR

Art. 20º - Qualquer atleta, que cometer falta desqualificante, que não seja 02 (duas) anti desportivas, estará automaticamente excluído da próxima partida de sua equipe.

      20.1 – O atleta que cometer 02 (duas) faltas anti desportivas, estará desqualificado da partida, porém, poderá participar da partida seguinte.

Art. 21º - O atleta, dirigente, representante, de equipe que for desqualificado por motivo : briga, ofensa a jogadores, arbitragem, público, estará automaticamente suspenso por 03 (três) partidas. A atitude será julgada pela Comissão Disciplinar da competição, podendo gerar até a sua exclusão da Competição.

Art. 22º - A premiação, medalhas e troféus, somente para o Campeão e Vice Campeão, ficará a cargo da FPB.

Art. 23º - O campeão será convidado a participar do Campeonato Paraense Adulto da 1º Divisão, ficando essa equipe com os encargos de pagamento das taxas de arbitragem. A equipe poderá reforçar com quantos atletas quiser, desde que esses atletas tenham jogado a competição da 2ª Divisão e de acordo com os critérios do Artº 10 deste Regulamento.

Art. 24º - Casos omissos a esse Regulamento, a resolução ficará a cargo da FPB.

Art. 25º - Esse Regulamento entrará em vigor na data de publicação em Nota Oficial da FPB, revogando-se as disposições em contrário.

Antonio Walmir Fiock Da Silva Júnior
Presidente da FPB

domingo, 17 de abril de 2011

Alfredo Garcia: Carta Aberta aos Vereadores de Belém do Pará

Os senhores vereadores da Câmara Municipal de Belém (CMB) perderam uma grande oportunidade de permanecerem calados. Deram uma no cravo e outra na ferradura. Repondo os fatos para quem – grande parte dos (e) leitores – os desconhece: recentemente, em acordo conchavado, os senhores edis decidiram denominar – com todo louvor, diga-se – a extensão da atual Avenida Independência que vai da Rodovia Augusto Montenegro (em Belém) até “aos limites do município de Ananindeua” como Avenida Jornalista Laércio Wilson Barbalho. Esta proposta, vale assinalar, foi feita pelo vereador José Scaff Filho (PMDB), a quem parabenizo, inicialmente.

A graciosidade veio na sequência: para homenagear o centenário da Assembleia de Deus, cuja história está intrinsecamente ligada ao Pará, sem dúvida, os senhores  parlamentares do legislativo municipal resolveram denominar a outra extensão da Avenida Independência como Avenida Centenário da Assembleia de Deus, em detrimento do  escritor Dalcídio Jurandir, que até a presente data nomeava a avenida na extensão que vai da Rodovia Augusto Montenegro até a Avenida Júlio César.

Justifica-se, naturalmente, a decisão dos senhores vereadores por dois fatos:
  1. Total desconhecimento de quem foi Dalcídio Jurandir, de sua importância para a história cultural e política do Pará;
  2. Desejo de agradar aos nobres integrantes da Assembleia de Deus, no que vai um nada louvável toque eleitoreiro na votação.

Senhores vereadores: como escritor paraense lastimo muito a decisão de Vossas Excelências, o que somente prova o total divórcio desse Legislativo, que deveria ser um dos primeiros a legislar em defesa de tal iniciativa, com a nossa Cultura, com a nossa Literatura. Sim, senhores, sabemos que nós, escritores paraenses, somos quase uma raça em extinção, mas ainda somos formadores de opinião, temos famílias e influência entre o eleitorado, especialmente o mais esclarecido, o qual, faço lembrar, votará na eleição do ano que vem.

Atenciosamente,

Alfredo Garcia
Escritor e Jornalista
Sócio Nº 6 da Ass. Paraense de Escritores (A.P.E)
Registro 1111/94 – DRT-Pa.
(texto com adaptações, fonte http://paginanua.wordpress.com/2011/04/08/carta-aberta-aos-vereadores-de-belem/)