sexta-feira, 2 de setembro de 2011

É, Aqui Eu Sou o Pai


Sistema de Competição do Campeonato da FIBA Américas 2011

Equipes nacionais participantes em Mar de Plata:
  • Argentina
  • Brasil
  • Canadá
  • Cuba
  • República Dominicana
  • Panamá
  • Paraguai
  • Porto Rico
  • Uruguai 
  • Venezuela
Sistema de qualificação com dez países: Fase classificatória com 10 equipes, das 10 equipes participantes, 8 se qualificaram após jogarem seus respectivos eventos zonais:
  • América Central temos Puerto Rico, República Dominicana, Panamá e Cuba
  • América do Sul temos Brasil, Uruguai, Venezuela e Paraguai
Argentina é a anfitriã e ganhou vaga automaticamente, independente de sua posição no evento zonal. Portanto o Paraguai herdou a quarta vaga, mesmo tendo ficado em quinto. O Canadá se qualificou automaticamente como representante zonal da América do Norte, pois o Estados Unidos não precisam jogar, uma vez que foram campeões em 2010 no Campeonato Mundial da FIBA, vez que isto já lhes deu um lugar para as Olimpíadas de 2012.

Sistema de competição

Com a participação de dez (10) equipes, e sob as atuais normas da FIBA, este Campeonato será disputado em 4 (quatro) fases. Se houver empate durante a primeiro ou a segunda fases, então o respectivo sistemas de desempate da FIBA ​​para esse tipo de situações serão utilizadas. Na primeira fase as equipes serão divididas em dois (2) grupos de 5 (cinco) equipes cada.

As quatro melhores equipes por grupo entram nas Quartas de Final, que é a segunda fase, onde cada equipe jogará contra as equipes classificadas do outro grupo. As Quartas de Final estão programadas para serem realizadas entre 1-4 de setembro. Os quatro melhores na classificação nas Quartas de Final vão pro Campeonato Mundial FIBA ​​e pra Semifinais. Assim, as Semifinais, que são a terceira fase, são jogadas no dia 5 de setembro, com confrontos entre o primeiro colocado contra o quarto colocado e o segundo colocado quanto o terceiro da fase anterior, e as Finais são disputadas no dia seguinte.

Primeiros Resultados:





martes, 30 de agosto 2011

Hora Local Visitante Puntos
11:30  Dominican Republic  Cuba 90 - 60
14:00  Brazil  Venezuela 92 - 83
18:00  Paraguay  Argentina 52 - 84
20:30  Panama  Puerto Rico 66 - 99




miercoles, 31 de agosto 2011

Hora Local Visitante Puntos
11:30  Venezuela  Dominican Republic 89 - 92
14:00  Puerto Rico  Paraguay 101 - 55
18:00  Argentina  Uruguay 86 - 51
20:30  Canada  Brazil 57 - 69




jueves, 1 de septiembre 2011

Hora Local Visitante Puntos
11:30  Paraguay  Panama 86 - 89
14:00  Cuba  Venezuela 69 - 106
18:00  Dominican Republic  Canada 72 - 73
20:30  Uruguay  Puerto Rico 64 - 74

Classificação até o dia 1/9:
Grupo A
# Equipo G/P Pts
1.  Dominican Republic 2/1 5
2.  Canada 2/1 5
3.  Brazil 2/0 4
4.  Venezuela 1/2 4
5.  Cuba 0/3 3

  Grupo B
# Equipo G/P Pts
1.  Puerto Rico 3/0 6
2.  Argentina 2/0 4
3.  Panama 1/1 3
4.  Paraguay 0/3 3
5.  Uruguay 0/2 2

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Brasil Estréia com Vitória no Pré-Olímpico de 2011

Mar del Plata / Argentina - A Seleção Brasileira abriu a sua participação no Pré-olímpico Adulto Masculino – 2011, nesta terça-feira (30 de agosto), no ginásio Ilhas Malvinas, na cidade de Mar del Plata, na Argentina, com uma vitória sobre a Venezuela, por 93 a 82 (39 a 44 no primeiro tempo), em duelo válido pela rodada inicial do torneio que qualifica duas nações para os Jogos Olímpicos de Londres.

O jogo foi típico de estreia, acirrado e nervoso, com o time comandado pelo técnico Ruben Magnano, assumindo o comando do marcador no último quarto, quando a defesa cresceu e o ataque fluiu dentro do que foi trabalhado ao longo dos treinamentos.

Jogaram pela Seleção Brasileira: Marcelo Machado (11 pontos, 04 rebotes, 01 assistência e 01 bola recuperada), Nezinho, Rafael Luz (06 pontos e 01 rebote), Augusto César Lima (01 rebote), Vitor Benite (01 rebote e 02 assistências), Marcelo Huertas (16 pontos, 03 rebotes, 07 assistências e 01 bola recuperada), Alex Garcia (15 pontos, 03 rebotes, 01 assistência, 01 bola recuperada e 01 bloqueio), Rafael Hettsheimer (07 pontos e 01 rebote), Guilherme Giovannoni (16 pontos, 06 rebotes, 02 assistências e 03 bolas recuperadas), Caio Torres, Marquinhos Souza (04 pontos, 05 rebotes, 02 assistências e 01 bloqueio) e Tiago Splitter (17 pontos, 11 rebotes, 06 assistências e 02 bloqueios – double-double). Pelo lado da Venezuela, Vasquez foi o maior anotador, com 26 pontos e ainda 04 rebotes e mais 07 assistências.

“O nosso crescimento defensivo e à consciência ofensiva no momento decisivo da partida foram determinantes para que conquistássemos o resultado favorável nesta estreia. O time manteve o controle, mesmo permanecendo atrás no marcador, e conseguiu a virada nos minutos finais, iniciando a competição com um resultado favorável”, analisa o técnico Ruben Magnano, da Seleção Brasileira.

“Sabíamos que o jogo seria duro, como acabou acontecendo, mas o time jogou com força e determinação, conseguindo a virada no quarto final. Vencer na estreia é sempre importante e agora é pensar no Canadá, nosso próximo adversário”, comenta Huertas.

Na segunda rodada, o Brasil enfrenta o Canadá, nesta quarta-feira (31 de agosto), às 20h30, no ginásio Ilhas Malvinas, em Mar del Plata, na Argentina, com transmissão ao vivo pela O jogo terá transmissão ao vivo pelo Sportv, Bandsports, ESPN Brasil e TV Esporte Interativo. Além disso, as estatísticas também estarão disponíveis no site oficial da competição (www.fibaamericas.com).

“Mais um jogo duro, como é a tendência deste Pré-olímpico, em que esperamos desenvolver um jogo com marcação forte e saídas rápidas para o ataque”, analisa Guilherme Giovannoni.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Assembleia de Mobilização Funcionários Banpará

Dando ampla divulgação...
Sindicato convoca Assembléia de Mobilização dos Funcionários do Banpará para próxima quinta-feira (1º/09)
Ter, 30 de Agosto de 2011 15:17

Nesta quinta-feira, dia 1º de setembro, às 18h, na sede do Sindicato (Rua 28 de setembro, nº 1210, Reduto, Belém-PA), será realizada assembleia de mobilização dos funcionários do Banpará. O objetivo é discutir com os empregados do Banco estratégias de mobilização e de negociação com a empresa para a Campanha Específica 2011.

“É muito importante a presença de cada bancário e bancária do Banpará na assembléia de quinta-feira, pois a Campanha Nacional 2011 já começou e, por isso mesmo, devemos estar preparados e mobilizados para defender e lutar por mais e melhores conquistas para todo o funcionalismo do Banpará”, destaca a diretora de saúde do Sindicato e funcionária do Banpará, Érica Fabíola.

Após ser aprovada em Assembléia Geral, a minuta específica do Banpará foi entregue pelas entidades representativas da categoria (Contraf-CUT, FetecCUT-CN, Sindicato e Afbepa) no último dia 24 de agosto. O documento é fruto das deliberações do 3º Encontro dos funcionários do Banco, ocorrido este ano, além de conter artigos propostos pelas entidades.

Bandeiras de luta no Banpará para Campanha 2011
  • PCS – Entrega imediata do relatório final e Promoção para todos, sendo: por merecimento em 2011, e por antiguidade em 2012;
  • PLR – Distribuição linear de 20% do lucro líquido do Banpará para todos e todas, ou seja, ativos e licenciados por motivo de doença por todo o período que durar o afastamento;
  • Comissões – Aumento de todas as comissões retroativamente a junho de 2011;
  • Contratações - De 300 novos funcionários em 1 ano, via concurso público, para suprir os déficits das agencias e PAB’s, sobretudo do interior do Estado;
  • Licença prêmio – Com isonomia para todas e todos os funcionários novos e antigos, independente de estarem aposentados;
  • Segurança para todos – Contratação imediata de empresa especializada que fique responsável pela guarda das chaves das agências e PAB’s;
  • Custeio - Do tratamento das doenças do trabalho para empregados da ativa e aposentados por invalidez e empregados com traumas e/ou ferimentos em situação pós-assalto;
  • Ponto Eletrônico - Com registro obrigatório para todos os funcionários, inclusive os de nível gerencial;
  • Plano de Saúde - Direito de incluir pai e mãe no plano da Unimed.
Fonte: Bancários PA

Troca de Senha


sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Dia 27/8 Encontro dos Colecionadores de Quadrinhos

Atenção galera, divulgando a pedido.

Dia 27/8 teremos teremos o Encontro dos Coleccionadores de Quadrinhos, com bate papos, quadrinhos e vídeos, será às 15h na Livraria Saraiva no Shopping Doca Boulevard, sejam imagens do evento:


Informações: luta@oi.com.br

sábado, 20 de agosto de 2011

Amazônia Comicon 2011



Informações
Luiz Cláudio
Ponto de Fuga
luta@oi.com.br

Brasil em 2008 x Brasil em 2011: estamos mais bem preparados?

A pedido de EXAME.com, a LCA Consultores levantou 11 indicadores que mostram o atual nível de blindagem da economia brasileira.

 
São Paulo – Não é possível afirmar qual será a extensão da atual crise na economia dos países desenvolvidos e seus reflexos no Brasil. Em 2008, havia bancos e empresas em apuros. Agora, são os governos endividados que tiram o sono dos investidores.

O cenário mais provável apontado pelos economistas ainda é de “apenas” crescimento muito baixo durante vários anos nos países ricos. Um duplo mergulho recessivo só virá, dizem os analistas, se houver alguma ruptura no sistema financeiro que afete o canal de crédito.

O desempenho da China, nosso principal cliente externo, é fundamental para determinar o grau de contaminação da economia brasileira. Se os chineses souberem driblar as dificuldades, o Brasil será favorecido.

Mas, na ponta do lápis, qual é o nível de blindagem da nossa economia? Estamos mais bem preparados do que estávamos em 2008? A pedido de EXAME.com, o economista-chefe da LCA Consultores, Bráulio Borges, levantou e analisou 11 indicadores que, reunidos, formam um raio-x da saúde econômica do Brasil.

“De uma forma geral, estamos mais bem preparados do que estávamos na crise de 2008. Se por um lado a contração inicial da atividade econômica pode ser maior por causa do volume maior de estoques, por outro, o tempo e o ritmo de recuperação tendem a ser mais rápidos”, diz Borges.

Veja a seguir a comparação entre os dois períodos. Ao lado de cada indicador, está destacado se o quadro melhorou, piorou ou ficou sem alteração (veja tabela resumo na última página desta reportagem).
 
Reservas internacionais – o quadro melhorou
Em agosto de 2008, o Brasil tinha US$ 210 bilhões em reservas internacionais. Agora, possui US$ 350 bilhões. “É importante notar que, em 2008, a dívida externa de curto prazo (com vencimento em até um ano) consumia um quarto das reservas. Agora, representa apenas um sexto das reservas, o que nos dá ainda mais tranquilidade”, diz Bráulio Borges.
 
Alavancagem dos bancos – praticamente igual
Em setembro de 2008, o índice de Basileia era de 16,5%, ou seja, os bancos tinham R$ 16,50 de capital próprio para cada R$ 100 emprestados. O dado mais recente, de dezembro de 2010, está em 16,9%. O índice recomendado internacionalmente é de 8% e o Banco Central determina 11%. “Estamos bem tranquilos. É possível que o número atual esteja ainda melhor por causa das medidas macroprudenciais. A saúde do nosso sistema financeiro, na média, está boa, mas isso não quer dizer que alguns bancos eventualmente não tenham problema de liquidez caso a crise se agrave”, avalia o economista-chefe da LCA Consultores.
 
Depósitos compulsórios – o quadro melhorou
Em agosto de 2008, o Banco Central tinha R$ 261 bilhões retidos em depósitos compulsórios. Agora, possui R$ 459,6 bilhões. “Hoje, o Banco Central tem uma capacidade de injetar muito mais liquidez na economia do que tinha naquela época”, diz Borges.
 
Taxa Selic – “piorou”
Para o funcionamento normal da economia, quanto menor a Selic, melhor tende a ser o desempenho da atividade produtiva. Porém, quando se fala em resposta a uma crise, quanto mais baixa a Selic estiver, menos espaço haverá para a política monetária. Em setembro de 2008, a taxa básica de juros estava em 13,75%, e, atualmente, está em 12,50%. “Hoje temos uma margem menor de manobra para a redução de Selic”, diz o economista. É nesse sentido que o quadro “piorou”.
 
Taxa de desemprego – melhorou
Em agosto de 2008, a taxa de desemprego dessazonalizada era de 7,5%. Agora, em junho, é de 6,1%. “A velocidade de recuperação da economia após um choque tende a ser maior agora dado que a gente parte de um nível de desemprego mais baixo”, diz Bráulio Borges.
 
Superávit primário – piorou
O superávit primário mede a capacidade do governo de fazer política fiscal anticíclica. Em setembro de 2008, o superávit era de 3,9% do PIB no acumulado em 12 meses. Agora, no dado mais recente de junho, é de 3,5%. Descontada a operação de capitalização da Petrobras, o superávit é de 2,7%. “Do ponto de vista do resultado primário, a margem fiscal do governo é menor agora”, explica o economista-chefe da LCA Consultores.
 
Dívida pública – melhorou
A dívida líquida em relação ao PIB era de 42,9% em agosto de 2008. O dado mais recente, de junho de 2011, mostra que essa relação caiu para 39,7%. “Se por um lado o superávit primário piorou (ver acima), por outro, a dívida é menor, o que dá margem para uma expansão dos gastos temporariamente. Na prática, um dado compensa o outro”, avalia Borges. A dívida bruta, por sua vez, não sofreu quase alteração (56% em 2011 ante 56,1% em 2008). Apenas para efeito de comparação, os países desenvolvidos que estão em sérias dificuldades têm endividamento superior a 90% do PIB.
 
Inflação oficial medida pelo IPCA – piorou
Em agosto de 2008, o IPCA registrava alta de 6,2% no acumulado em 12 meses. Em julho deste ano, a inflação oficial acumula 6,9%, acima do teto da meta (6,5%). “Isso é ruim porque a gente parte de uma inflação mais alta, o que nos dá uma margem menor de manobra na hora de estimular a economia. É claro que tudo depende da severidade da crise. Se ela for pior que a de 2008, tanto faz o nível de inflação, pois a recessão derrubará os preços. Porém, se for apenas um crescimento mais morno lá foro, isso faz uma diferença considerável”, diz o economista.
 
Nível de estoque da economia – piorou
Estoques muito elevados são um sinal de perigo em momentos de crise. Estudo da FGV mostra que, em agosto de 2008, 6,5% das indústrias relatavam ter estoques excessivos e 5,5% diziam ter estoques insuficientes para atender a demanda. A diferença líquida entre esses dois índices era de 1% de estoques excessivos. Agora, em julho de 2011, são 6,6% e 2,2%, respectivamente, dando uma diferença líquida de 4,4% de estoques excessivos. “Isso significa que hoje a indústria está mais estocada, o que é ruim. A atividade está mais fraca e, se vier um choque de demanda, levará mais tempo para os empresários se livrarem dessas mercadorias", diz Bráulio Borges.
 
Grau de exposição cambial das empresas – melhorou
Embora não exista um dado oficial, a LCA Consultores estima que, ao contrário de 2008, agora não há grandes exposições cambiais de empresas. Na ocasião, companhias como Sadia e Aracruz tiveram sérias dificuldades com apostas em derivativos. “As medidas que o Banco Central tem tomado estão inibindo essas operações. Isso significa que, em tese, o dólar tende a se desvalorizar menos em caso de agravamento da crise. Em 2008, as empresas estavam excessivamente vendidas em dólar e tiverem que sair correndo para comprar a moeda americana quando a crise estourou , causando a disparada da cotação do dólar”, avalia o economista-chefe da LCA Consultores.
 
Exportações – melhorou
O peso das exportações em relação ao PIB mostra o quanto um país depende do comércio exterior para crescer. Essa dado é importante em momentos de crise internacional, quando as exportações e as importações tendem a esfriar. No caso do Brasil, essa relação era de 14,4% no terceiro trimestre de 2008 e, agora, no primeiro trimestre deste ano, está em 10,7%, ou seja, o Brasil depende menos do comércio exterior. Apenas para efeito de comparação, a média mundial é de 27%. “O cenário perfeito seria o Brasil não depender tanto de commodities, mas, de qualquer forma, essa relação exportações/PIB é positiva. Isso significa que o mercado interno garante a proteção do Brasil em momentos de crise”, diz Borges.
 
Quadro resumo dos 11 indicadores analisados pela LCA Consultores
Indicadores 2008 2011 Melhorou ou piorou?
Reservas internacionais US$ 210 bi US$ 350 bi melhorou
Alavancagem dos bancos 16,5% 16,9% praticamente igual
Depósito compulsório R$ 261 bi R$ 459 bi melhorou
Taxa de juros (Selic) 13,75% 12,50% "piorou"
Taxa de desemprego 7,5% 6,1% melhorou
Superávit primário/PIB 3,9% 2,7% piorou
Dívida líquida/PIB 42,9% 39,7% melhorou
Inflação (12 meses) 6,2% 6,9% piorou
Nível de estoques (líquido) 1% 4,4% piorou
Exposição cambial grande pequena melhorou
Exportações/PIB 14,4% 10,7% melhorou

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Taxas Cobradas pelos Senhores Feudais

Fonte: http://www.historiaemperspectiva.com/2011/08/impostos-taxas-e-tributacoes-no-brasil.html
       Postado por André Rodrigues às Quarta-feira, Agosto 10, 2011

Impostos, Taxas e Tributações no Brasil atual e na Idade Média: percebam alguns semelhanças e diferenças...

Comparação entre taxas cobradas pelos Senhores feudais aos camponeses na idade Média e os impostos pagos pelos brasileiros em dias atuais.

O feudalismo foi um modo de organização social e político baseado nas relações servo-contratuais (servis). Tem suas origens na decadência do Império Romano. Predominou na Europa durante a Idade Média.

Segundo o teórico escocês do Iluminismo, Lord Kames, o feudalismo é geralmente precedido pelo nomadismo e sucedido pelo capitalismo em certas regiões da Europa. Os senhores feudais conseguiam as terras porque o rei lhas dava. Os camponeses cuidavam da agropecuária dos feudos e, em troca, recebiam o direito a uma gleba de terra para morar, além da proteção contra ataques bárbaros. Quando os servos iam para o manso senhorial, atravessando a ponte, tinham que pagar um pedágio, exceto quando para lá se dirigiam a fim de cuidar das terras do Senhor Feudal.

Tributos e impostos da época. As principais obrigações dos servos consistiam em:
  • Corveia: trabalho compulsório nas terras do senhor (manso senhorial) em alguns dias da semana;
  • Talha: parte da produção do servo deveria ser entregue ao nobre, geralmente um terço da produção;
  • Banalidade: tributo cobrado pelo uso de instrumentos ou bens do feudo, como o moinho, o forno, o celeiro, as pontes;
  • Capitação: imposto pago por cada membro da família (por cabeça);
  • Tostão de Pedro ou dízimo: 10% da produção do servo era pago à Igreja, utilizado para a manutenção da capela local;
  • Censo: tributo que os vilões (pessoas livres, vila) deviam pagar, em dinheiro, para a nobreza;
  • Taxa de Justiça: os servos e os vilões deviam pagar para serem julgados no tribunal do nobre;
  • Formariage: quando o nobre resolvia se casar, todo servo era obrigado a pagar uma taxa para ajudar no casamento, regra também válida para quando um parente do nobre iria casar. Todo casamento que ocorresse entre servos deveria ser aceito pelo suserano. No sul da França, especificamente, o Senhor poderia ou não determinar que a noite de núpcias de uma serva seria para o usufruto dele próprio e não do marido oficial. Tal fato era incomum no restante da Europa, pois a igreja o combatia com veemência;
  • Mão Morta: era o pagamento de uma taxa para permanecer no feudo da família servil, em caso do falecimento do pai ou da família;
  • Albermagem: obrigação do servo em hospedar o senhor feudal caso fosse necessário.
Muitas cidades europeias da Idade Média tornaram-se livres das relações servis e do predomínio dos nobres. Essas cidades chamavam-se burgos. Por motivos políticos, os "burgueses" (habitantes dos burgos) recebiam frequentemente o apoio dos reis que, muitas vezes, estavam em conflito com os nobres. Na língua alemã, o ditado Stadtluft macht frei ("O ar da cidade liberta") ilustra este fenômeno. Em Bruges, por exemplo, conta-se que certa vez um servo escapou da comitiva do conde de Flandres e fugiu por entre a multidão. Ao tentar reagir, ordenando que perseguissem o fugitivo, o conde foi vaiado pelos "burgueses" e obrigado a sair da cidade. Desta maneira, o servo em questão tornou-se livre.

Bibliografia:

ARRUDA, J. Jobson - História Antiga e Medieval - Ed. Ática - 1982
PIRENNE, H. - As Cidades na Idade Média – Lisboa - Public. Europa - América- 1964
PIRENNE, H.- História Econômica e Social da Idade Média:- ed. Mestre Jou - 6ª Edição - 1982
ABRAHÃO, Miguel M. - História Medieval - 10ª Edição - Clube de Autores - 2009
DOBB, M. - A Evolução do Capitalismo - ed. Zahar
CARVALHO, Delgado de - História Geral – Ed. Record - s/d
BURNS, Edward Mcnall - História da Civilização Ocidental (Volume 1) - Editora Globo, 1979

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Novo Basquete 3x3

Fontes: http://www.cbb.com.br/arbitragem/notas.asp?st=16
      e http://www.cbb.com.br/noticias/showrelease.asp?artigo=8810

Paulo Villas Bôas, diretor de relações institucionais da CBB, membro da comissão de basquete da Juventude e de competições internacionais esteve presente no Workshop da FIBA 3x3, realizado na cidade porto-riquenha de San Juan, entre os dias 13 e 14 de agosto. Além do Brasil, participaram os representantes da República Dominicana, Equador, Guatemala, Porto Rico e Venezuela. O evento voltado exclusivamente aos países do continente americano foi ministrado por Alex Sánchez-Mollinger, membro do grupo FIBA 3x3. Sánchez explicou o que a FIBA tem programado para o futuro da modalidade.

"Estamos completamente seguros de que o basquete 3x3 é um programa chave no processo de massificação que a FIBA e consequentemente a FIBA Américas tem para com o basquete em nosso continente. Esse é um momento emocionante em nossa modalidade. Estamos crescendo e o 3x3 é o melhor exemplo, porque trará para a FIBA um novo tipo jogador de basquete que antes não podíamos alcançar”, disse Alberto García, Secretario Geral da FIBA Américas.

“Na sua essência, o FIBA 3x3 é um programa de basquete inclusivo. Nosso compromisso é com desenvolvimento do basquete no mundo, agora temos uma disciplina especifica que não é exclusiva aos jogadores profissionais. Qualquer um pode jogar 3x3, as pessoas já têm jogado há bastante tempo. Agora na FIBA estamos concentrados em seu crescimento, e através de nossa organização, com as federações nacionais, se estabelecerá rapidamente como uma disciplina a ser tomada a sério”, falou Alex Sánchez-Mollinger, palestrante do workshop.

“Nós da CBB acreditamos no grande potencial do basquete 3x3 para a divulgação e massificação do basquete na juventude. É uma disciplina bem mais aberta e social para o desenvolvimento do esporte, além de dar oportunidade para todas as faixas etárias participarem”, finalizou Paulo Villas Bôas.

Conheça as regras oficiais do basquete FIBA 3x3:

O jogo de Basquete 33 (FIBA 33) será jogado de acordo com as Regras descritas abaixo.

As Regras Oficiais do Basquete da FIBA são válidas para todas as situações do jogo não mencionadas especificamente nas Regras Basquete 33 (FIBA 33). O espírito do jogo leal e do senso esportivo são elementos fundamentais nas Regras do Basquete 33 (FIBA 33).

Artigo 1 - Quadra: A partida será jogada na meia quadra de uma quadra regular do basquetebol da FIBA.

Artigo 2 - Equipes: Cada equipe deverá ter o máximo de quatro (4) jogadores (três (3) jogadores na quadra e um (1) substituto e um (1) técnico.

Artigo 3 - Oficiais: Os Oficiais deverão ser: um (1) árbitro auxiliado por três (3) oficiais de mesa (um Apontador, um Cronometrista e um Operador de dez (10) segundos.

Artigo 4 - Inicio da partida:
4.1 As duas equipes devem aquecer simultaneamente (3 minutos).
4.2 A partida deverá começar com a equipe "A" fazendo um arremesso da linha de 3 pontos, convertendo o arremesso, a equipe ganha posse de bola iniciando do lado de fora da quadra pela lateral. Caso não converta, a posse de bola será da equipe "B".
A equipe que perder a posse de bola terá o direito a uma reposição conforme a regra de Posse Alternada. A seta será indicada para o banco da equipe que terá a próxima oportunidade da Posse Alternada.

Artigo 5 - Tempo da Partida - Vencedor da Partida:
5.1 O tempo regular da partida consiste em dois (2) períodos de cinco (5) minutos cada.
5.2 Porém, caso uma equipe consiga marcar 33 ou mais pontos antes do término do tempo de jogo previsto acima, ela será considerada imediatamente como vencedora.
5.3 Se ao final do tempo regular o placar estiver empatado, serão acrescidos tantos períodos extras de dois (2) minutos quantos forem necessários para obter o desempate.
5.4 Haverá um intervalo de um (1) minuto antes de cada período e de cada período extra.
5.5 A equipe perderá a partida por desistência (33 x 00) se três (3) minutos após o horário marcado para o início da partida ela não se fizer presente na quadra de jogo com três (3) jogadores prontos para jogar.

Artigo 6 - Faltas de jogador - Faltas de equipe: Um jogador que cometer cinco (5) faltas será excluído da partida. Uma equipe estará em uma situação de penalidade após cometer quatro (4) faltas no período.

Artigo 7 - Aparelho de Dez Segundos: A equipe deve efetuar um arremesso à cesta dentro de dez (10) segundos.

Artigo 8 - Como a bola é jogada:
8.1 Prosseguimento após cada cesta de campo ou lance livre convertido:
  • Um jogador da equipe que sofreu a cesta reiniciará a partida efetuando um passe de fora para dentro da quadra a partir de qualquer posição da quadra para qualquer um dos seus companheiros. Caso este se encontre na área de dois pontos deverá, através do drible ou passe, fazer a bola chegar à área de três pontos.
  • Pelo menos um passe deverá acontecer entre os jogadores da equipe atacante antes efetuar uma tentativa de pontuar.
8.2 Após cada arremesso de campo ou último lance livre não convertido:
  • Caso a equipe atacante ganhe o rebote, ela pode continuar a tentar marcar pontos sem retornar a bola para trás da linha de três pontos.
  • Caso a equipe defensiva ganhe o rebote, ela deve retornar a bola (passando ou driblando) para trás da linha de três pontos.
  • Pelo menos um passe deverá acontecer entre os jogadores da equipe atacante antes efetuar uma tentativa de pontuar.
8.3 Após roubo de bola, perda da bola etc.:
  • Se isto acontecer dentro da área de dois pontos, a bola deve ser passada ou driblada para um local atrás da linha de três pontos. Uma vez que a bola esteja atrás da linha de três pontos, pelo menos um passe deverá acontecer entre os jogadores da equipe atacante antes efetuar uma tentativa de pontuar.
8.4 Todas as reposições decorrentes de faltas (sem lances-livres), violações, bola fora de quadra, inicio do segundo período e de cada período extra, terão lugar fora da quadra, próximo do topo da linha de três pontos, no lugar mais próximo da infração. Os lugares deverão estar marcados fora da quadra com uma linha de cinco (5) cm. O árbitro entregará a bola para o jogador que fará a reposição e este deverá efetuar um passe para um companheiro que se encontre em qualquer posição dentro da quadra. Contudo, caso o jogador que receba o passe esteja na área de dois pontos, ele deverá driblar ou passar a bola para um local atrás da linha de três pontos.

Artigo 9 - Substituição: A substituição será permitida quando a bola se tornar morta e o cronometro de jogo estiver parado.

Artigo 10 - Tempo Debitado: Nenhum tempo debitado será concedido para qualquer equipe em qualquer momento.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Torneio Internacional Eletrobras de Basquete - Copa Jenaro Tuto Marchand 2011

Fonte: http://www.cbb.com.br/noticias/showrelease.asp?artigo=8802

A cidade paranaense de Foz do Iguaçu receberá entre os dias 24 e 26 de agosto, o Torneio Internacional Eletrobras de Basquete - Copa Jenaro Tuto Marchand 2011. Quem quiser acompanhar de perto as disputas entre as estrelas do basquete das seleções do Brasil, Canadá, Porto Rico e República Dominicana já podem adquirir os ingressos. Os jogos serão realizados no Ginásio Costa Cavalcanti (Rua Lisboa, s/nº - Jardim Alice I), com transmissão ao vivo pelo SPORTV.

A Copa Jenaro Tuto Marchand é preparatória para o Torneio Pré-Olímpico Masculino, que será disputado em Mar Del Plata, na Argentina, de 30 de agosto a 11 de setembro.


Programação Copa Tuto Marchand:
  • Quarta-feira (24 de agosto) Brasil x Canadá (19h) e República Dominicana x Porto Rico (21h15);
  • Quinta-feira (25 de agosto) Porto Rico x Canadá (19h) e Brasil x República Dominicana (21h15);
  • Sexta-feira (26 de agosto) Canadá x República Dominicana (19h) e Brasil x Porto Rico (21h15).
Seleção Brasileira Adulta Masculina
Nome – Posição – Idade – Altura – Clube – Natural
  1. Alex Garcia – Ala – 31 anos – 1,91m - Uniceub/BRB/Brasília (DF) – SP
  2. Augusto Cesar Lima – Ala/pivô – 19 anos – 2,07m – Unicaja (ESP) – RJ
  3. Caio da Silveira Torres – Pivô – 24 anos – 2,11m – CR Flamengo (RJ) – SP
  4. Guilherme Giovannoni – Ala/pivô – 31 anos – 2,04m – Uniceub/BRB/Brasília (DF) – SP
  5. Marcelo Huertas – Armador – 28 anos – 1,90m – Regal FC Barcelona (ESP) – SP
  6. Marcelo Magalhães Machado – Ala/armador – 36 anos – 2,00m – CR Flamengo (RJ) – RJ
  7. Marcus Vinicius Vieira de Sousa – Ala – 27 anos – 2,07m – Pinheiros (SP) – RJ
  8. Paulo Sérgio Prestes - Pivô - 23 anos - 2,10m - CB Murcia (ESP)- SP
  9. Rafael Freire Luz – Ala/Armador – 19 anos – 1,85m – Lucentum Alicante (ESP) – SP
  10. Rafael Hettsheimeir – Pivô – 25 anos – 2,05m – CAI Zaragoza (ESP) – SP
  11. Tiago Splitter – Pivô – 26 anos - 2,11m – San Antonio Spurs (EUA) – SC
  12. Vitor Alves Benite – Ala/armador – 21 anos – 1,90m – Winner/Limeira (SP) – SP
  13. Welington Reginaldo dos Santos – Armador – 30 anos – 1,85m – Uniceub/BRB/Brasília (DF) – SP

Comissão Técnica
Diretor: Vanderlei Mazzuchini
Técnico: Ruben Magnano
Assistentes Técnicos: José Alves Neto, Fernando Duró e Demétrius Ferracciú
Preparadores Físicos: Diego Jeleilate e Diego Falcão
Fisiologista: Rafael Fachina
Médico: Danilo Incerti
Fisioterapeutas: Silas Wascuzuk Jr, Adriano B. Tambosi e Daniel Hideki Kan
Nutricionista: Gislaine Bueno