sexta-feira, 4 de outubro de 2013

José Mujica na ONU, Assembleia Geral 26/09/2013 (Melhor que a Dilma)

Aqui a íntegra do discurso de José Mujica na ONU, Assembleia Geral 26/09/2013 | 00h57.

Amigos, sou do sul, venho do sul. Esquina do Atlântico e do Prata, meu país é uma planície suave, temperada, uma história de portos, couros, charque, lãs e carne. Houve décadas púrpuras, de lanças e cavalos, até que, por fim, no arrancar do século 20, passou a ser vanguarda no social, no Estado, no Ensino. Diria que a social-democracia foi inventada no Uruguai.

Durante quase 50 anos, o mundo nos viu como uma espécie de Suíça. Na realidade, na economia, fomos bastardos do império britânico e, quando ele sucumbiu, vivemos o amargo mel do fim de mudanças funestas, e ficamos estancados, sentindo falta do passado.

Quase 50 anos recordando o Maracanã, nossa façanha esportiva. Hoje, ressurgimos no mundo globalizado, talvez aprendendo de nossa dor. Minha história pessoal, a de um rapaz — porque, uma vez, fui um rapaz — que, como outros, quis mudar seu tempo, seu mundo, o sonho de uma sociedade libertária e sem classes. Meus erros são, em parte, filhos de meu tempo. Obviamente, os assumo, mas há vezes que medito com nostalgia.

Quem tivera a força de quando éramos capazes de abrigar tanta utopia! No entanto, não olho para trás, porque o hoje real nasceu das cinzas férteis do ontem. Pelo contrário, não vivo para cobrar contas ou para reverberar memórias.

Me angustia, e como, o amanhã que não verei, e pelo qual me comprometo. Sim, é possível um mundo com uma humanidade melhor, mas talvez, hoje, a primeira tarefa seja cuidar da vida.

Mas sou do sul e venho do sul, a esta Assembleia, carrego inequivocamente os milhões de compatriotas pobres, nas cidades, nos desertos, nas selvas, nos pampas, nas depressões da América Latina pátria de todos que está se formando.

Carrego as culturas originais esmagadas, com os restos de colonialismo nas Malvinas, com bloqueios inúteis a este jacaré sob o sol do Caribe que se chama Cuba. Carrego as consequências da vigilância eletrônica, que não faz outra coisa que não despertar desconfiança. Desconfiança que nos envenena inutilmente. Carrego uma gigantesca dívida social, com a necessidade de defender a Amazônia, os mares, nossos grandes rios na América.

Carrego o dever de lutar por pátria para todos.

Para que a Colômbia possa encontrar o caminho da paz, e carrego o dever de lutar por tolerância, a tolerância é necessária para com aqueles que são diferentes, e com os que temos diferências e discrepâncias. Não se precisa de tolerância com aqueles com quem estamos de acordo.

A tolerância é o fundamento de poder conviver em paz, e entendendo que, no mundo, somos diferentes.

O combate à economia suja, ao narcotráfico, ao roubo, à fraude e à corrupção, pragas contemporâneas, procriadas por esse antivalor, esse que sustenta que somos felizes se enriquecemos, seja como seja. Sacrificamos os velhos deuses imateriais. Ocupamos o templo com o deus mercado, que nos organiza a economia, a política, os hábitos, a vida e até nos financia em parcelas e cartões a aparência de felicidade.

Parece que nascemos apenas para consumir e consumir e, quando não podemos, nos enchemos de frustração, pobreza e até autoexclusão.

O certo, hoje, é que, para gastar e enterrar os detritos nisso que se chama pela ciência de poeira de carbono, se aspirarmos nesta humanidade a consumir como um americano médio, seriam imprescindíveis três planetas para poder viver.

Nossa civilização montou um desafio mentiroso e, assim como vamos, não é possível satisfazer esse sentido de esbanjamento que se deu à vida. Isso se massifica como uma cultura de nossa época, sempre dirigida pela acumulação e pelo mercado.

Prometemos uma vida de esbanjamento, e, no fundo, constitui uma conta regressiva contra a natureza, contra a humanidade no futuro. Civilização contra a simplicidade, contra a sobriedade, contra todos os ciclos naturais.

O pior: civilização contra a liberdade que supõe ter tempo para viver as relações humanas, as únicas que transcendem: o amor, a amizade, aventura, solidariedade, família.

Civilização contra tempo livre que não é pago, que não se pode comprar, e que nos permite contemplar e esquadrinhar o cenário da natureza.

Arrasamos a selva, as selvas verdadeiras, e implantamos selvas anônimas de cimento. Enfrentamos o sedentarismo com esteiras, a insônia com comprimidos, a solidão com eletrônicos, porque somos felizes longe da convivência humana.

Cabe se fazer esta pergunta, ouvimos da biologia que defende a vida pela vida, como causa superior, e a suplantamos com o consumismo funcional à acumulação.

A política, eterna mãe do acontecer humano, ficou limitada à economia e ao mercado. De salto em salto, a política não pode mais que se perpetuar, e, como tal, delegou o poder, e se entretém, aturdida, lutando pelo governo. Debochada marcha de historieta humana, comprando e vendendo tudo, e inovando para poder negociar de alguma forma o que é inegociável. Há marketing para tudo, para os cemitérios, os serviços fúnebres, as maternidades, para pais, para mães, passando pelas secretárias, pelos automóveis e pelas férias. Tudo, tudo é negócio.

Todavia, as campanhas de marketing caem deliberadamente sobre as crianças, e sua psicologia para influir sobre os adultos e ter, assim, um território assegurado no futuro. Sobram provas de essas tecnologias bastante abomináveis que, por vezes, conduzem a frustrações e mais.

O homenzinho médio de nossas grandes cidades perambula entre os bancos e o tédio rotineiro dos escritórios, às vezes temperados com ar condicionado. Sempre sonha com as férias e com a liberdade, sempre sonha com pagar as contas, até que, um dia, o coração para, e adeus. Haverá outro soldado abocanhado pelas presas do mercado, assegurando a acumulação. A crise é a impotência, a impotência da política, incapaz de entender que a humanidade não escapa nem escapará do sentimento de nação. Sentimento que está quase incrustado em nosso código genético.

Hoje é tempo de começar a talhar para preparar um mundo sem fronteiras. A economia globalizada não tem mais condução que o interesse privado, de muitos poucos, e cada Estado Nacional mira sua estabilidade continuísta, e hoje a grande tarefa para nossos povos, em minha humilde visão, é o todo.

Como se isto fosse pouco, o capitalismo produtivo, francamente produtivo, está meio prisioneiro na caixa dos grandes bancos. No fundo, são o vértice do poder mundial. Mais claro, cremos que o mundo requer a gritos regras globais que respeitem os avanços da ciência, que abunda. Mas não é a ciência que governa o mundo. Se precisa, por exemplo, uma larga agenda de definições, quantas horas de trabalho e toda a terra, como convergem as moedas, como se financia a luta global pela água e contra os desertos.

Como se recicla e se pressiona contra o aquecimento global. Quais são os limites de cada grande questão humana. Seria imperioso conseguir consenso planetário para desatar a solidariedade com os mais oprimidos, castigar impositivamente o esbanjamento e a especulação. Mobilizar as grandes economias não para criar descartáveis com obsolescência calculada, mas bens úteis, sem fidelidade, para ajudar a levantar os pobres do mundo. Bens úteis contra a pobreza mundial. Mil vezes mais rentável que fazer guerras. Virar um neo-keynesianismo útil, de escala planetária, para abolir as vergonhas mais flagrantes deste mundo.

Talvez nosso mundo necessite menos de organismos mundiais, desses que organizam fórums e conferências, que servem muito às cadeias hoteleiras e às companhias aéreas e, no melhor dos casos, não reúne ninguém e transforma em decisões...

Precisamos sim mascar muito o velho e o eterno da vida humana junto da ciência, essa ciência que se empenha pela humanidade não para enriquecer; com eles, com os homens de ciência da mão, primeiros conselheiros da humanidade, estabelecer acordos para o mundo inteiro. Nem os Estados nacionais grandes, nem as transnacionais e muito menos o sistema financeiro deveriam governar o mundo humano. Sim, a alta política entrelaçada com a sabedoria científica, ali está a fonte. Essa ciência que não apetece o lucro, mas que mira o por vir e nos diz coisas que não escutamos. Quantos anos faz que nos disseram coisas que não entendemos? Creio que se deve convocar a inteligência ao comando da nave acima da terra, coisas assim e coisas que não posso desenvolver nos parecem impossíveis, mas requeririam que o determinante fosse a vida, não a acumulação.

Obviamente, não somos tão iludidos, nada disso acontecerá, nem coisas parecidas. Nos restam muitos sacrifícios inúteis daqui para diante, muitos remendos de consciência sem enfrentar as causas. Hoje, o mundo é incapaz de criar regras planetárias para a globalização e isso é pela enfraquecimento da alta política, isso que se ocupa de todo. Por último, vamos assistir ao refúgio de acordos mais ou menos "reclamáveis", que vão plantear um comércio interno livre, mas que, no fundo, terminarão construindo parapeitos protecionistas, supranacionais em algumas regiões do planeta. A sua vez, crescerão ramos industriais importantes e serviços, todos dedicados a salvar e a melhorar o meio ambiente. Assim vamos nos consolar por um tempo, estaremos entretidos e, naturalmente, continuará a parecer que a acumulação é boa, para a alegria do sistema financeiro.

Continuarão as guerras e, portanto, os fanatismos, até que, talvez, a mesma natureza faça um chamado à ordem e torne inviáveis nossas civilizações. Talvez nossa visão seja demasiado crua, sem piedade, e vemos ao homem como uma criatura única, a única que há acima da terra capaz de ir contra sua própria espécie. Volto a repetir, porque alguns chamam a crise ecológica do planeta de consequência do triunfo avassalador da ambição humana. Esse é nosso triunfo e também nossa derrota, porque temos impotência política de nos enquadrarmos em uma nova época. E temos contribuído para sua construção sem nos dar conta.

Por que digo isto? São dados, nada mais. O certo é que a população quadruplicou e o PIB cresceu pelo menos vinte vezes no último século. Desde 1990, aproximadamente a cada seis anos o comércio mundial duplica. Poderíamos seguir anotando dados que estabelecem a marcha da globalização. O que está acontecendo conosco? Entramos em outra época aceleradamente, mas com políticos, enfeites culturais, partidos e jovens, todos velhos ante a pavorosa acumulação de mudanças que nem sequer podemos registrar. Não podemos manejar a globalização porque nosso pensamento não é global. Não sabemos se é uma limitação cultural ou se estamos chegano a nossos limites biológicos.

Nossa época é portentosamente revolucionária como não conheceu a história da humanidade. Mas não tem condução consciente, ou ao menos condução simplesmente instintiva. Muito menos, todavia, condução política organizada, porque nem se quer tivemos filosofia precursora ante a velocidade das mudanças que se acumularam.

A cobiça, tão negativa e tão motor da história, essa que impulsionou o progresso material técnico e científico, que fez o que é nossa época e nosso tempo e um fenomenal avanço em muitas frentes, paradoxalmente, essa mesma ferramenta, a cobiça que nos impulsionou a domesticar a ciência e transformá-la em tecnologia nos precipita a um abismo nebuloso. A uma história que não conhecemos, a uma época sem história, e estamos ficando sem olhos nem inteligência coletiva para seguir colonizando e para continuar nos transformando.

Porque se há uma característica deste bichinho humano é a de que é um conquistador antropológico.

Parece que as coisas tomam autonomia e essas coisas subjugam os homens. De um lado a outro, sobram ativos para vislumbrar tudo isso e para vislumbrar o rombo. Mas é impossível para nós coletivizar decisões globais por esse todo. A cobiça individual triunfou grandemente sobre a cobiça superior da espécie. Aclaremos: o que é "tudo", essa palavra simples, menos opinável e mais evidente? Em nosso Ocidente, particularmente, porque daqui viemos, embora tenhamos vindo do sul, as repúblicas que nasceram para afirmas que os homens são iguais, que ninguém é mais que ninguém, que os governos deveriam representar o bem comum, a justiça e a igualdade. Muitas vezes, as repúblicas se deformam e caem no esquecimento da gente que anda pelas ruas, do povo comum.

Não foram as repúblicas criadas para vegetar, mas ao contrário, para serem um grito na história, para fazer funcionais as vidas dos próprios povos e, por tanto, as repúblicas que devem às maiorias e devem lutar pela promoção das maiorias.

Seja o que for, por reminiscências feudais que estão em nossa cultura, por classismo dominador, talvez pela cultura consumista que rodeia a todos, as repúblicas frequentemente em suas direções adotam um viver diário que exclui, que se distância do homem da rua.

Esse homem da rua deveria ser a causa central da luta política na vida das repúblicas. Os gobernos republicanos deveriam se parecer cada vez mais com seus respectivos povos na forma de viver e na forma de se comprometer com a vida.

A verdade é que cultivamos arcaísmos feudais, cortesias consentidas, fazemos diferenciações hierárquicas que, no fundo, amassam o que têm de melhor as repúblicas: que ninguém é mais que ninguém. O jogo desse e de outros fatores nos retém na pré-história. E, hoje, é impossível renunciar à guerra cuando a política fracassa. Assim, se estrangula a economia, esbanjamos recursos.

Ouçam bem, queridos amigos: em cada minuto no mundo se gastam US$ 2 milhões em ações militares nesta terra. Dois milhões de dólares por minuto em inteligência militar!! Em investigação médica, de todas as enfermidades que avançaram enormemente, cuja cura dá às pessoas uns anos a mais de vida, a investigação cobre apenas a quinta parte da investigação militar.

Este processo, do qual não podemos sair, é cego. Assegura ódio e fanatismo, desconfiança, fonte de novas guerras e, isso também, esbanjamento de fortunas. Eu sei que é muito fácil, poeticamente, autocriticarmo-nos pessoalmente. E creio que seria uma inocência neste mundo plantear que há recursos para economizar e gastar em outras coisas úteis. Isso seria possível, novamente, se fôssemos capazes de exercitar acordos mundiais e prevenções mundiais de políticas planetárias que nos garantissem a paz e que a dessem para os mais fracos, garantia que não temos. Aí haveria enormes recursos para deslocar e solucionar as maiores vergonhas que pairam sobre a Terra. Mas basta uma pergunta: nesta humanidade, hoje, onde se iria sem a existência dessas garantias planetárias? Então cada qual esconde armas de acordo com sua magnitude, e aqui estamos, porque não podemos raciocinar como espécie, apenas como indivíduos.

As instituições mundiais, particularmente hoje, vegetam à sombra consentida das dissidências das grandes nações que, obviamente, querem reter sua cota de poder.

Bloqueiam esta ONU que foi criada com uma esperança e como um sonho de paz para a humanidade. Mas, pior ainda, desarraigam-na da democracia no sentido planetário porque não somos iguais. Não podemos ser iguais nesse mundo onde há mais fortes e mais fracos. Portanto, é uma democracia ferida e está cerceando a história de um possível acordo mundial de paz, militante, combativo e verdadeiramente existente. E, então, remendamos doenças ali onde há eclosão, tudo como agrada a algumas das grandes potências. Os demais olham de longe. Não existimos.

Amigos, creio que é muito difícil inventar uma força pior que nacionalismo chovinista das grandes potências. A força é que liberta os fracos. O nacionalismo, tão pai dos processos de descolonização, formidável para os fracos, se transforma em uma ferramenta opressora nas mãos dos fortes e, nos últimos 200 anos, tivemos exemplos disso por toda a parte.

A ONU, nossa ONU, enlanguece, se burocratiza por falta de poder e de autonomia, de reconhecimento e, sobretudo, de democracia para o mundo mais fraco que constitui a maioria esmagadora do planeta. Mostro um pequeno exemplo, pequenino. Nosso pequeno país tem, em termos absolutos, a maior quantidade de soldados em missões de paz em todos os países da América Latina. E ali estamos, onde nos pedem que estejamos. Mas somos pequenos, fracos. Onde se repartem os recursos e se tomam as decisões, não entramos nem para servir o café. No mais profundo de nosso coração, existe um enorme anseio de ajudar para que o homem saia da pré-história. Eu defino que o homem, enquanto viver em clima de guerra, está na pré-história, apesar dos muitos artefatos que possa construir.

Até que o homem não saia dessa pré-história e arquive a guerra como recurso quando a política fracassa, essa é a larga marcha e o desafio que temos daqui adiante. E o dizemos com conhecimento de causa. Conhecemos a solidão da guerra. No entanto, esses sonhos, esses desafios que estão no horizonte implicam lutar por uma agenda de acordos mundiais que comecem a governar nossa história e superar, passo a passo, as ameaças à vida. A espécie como tal deveria ter um governo para a humanidade que superasse o individualismo e primasse por recriar cabeças políticas que acudam ao caminho da ciência, e não apenas aos interesses imediatos que nos governam e nos afogam.

Paralelamente, devemos entender que os indigentes do mundo não são da África ou da América Latina, mas da humanidade toda, e esta deve, como tal, globalizada, empenhar-se em seu desenvolvimento, para que possam viver com decência de maneira autônoma. Os recursos necessários existem, estão neste depredador esbanjamento de nossa civilização.

Há poucos dias, fizeram na Califórnia, em um corpo de bombeiros, uma homenagem a uma lâmpada elétrica que está acesa há cem anos. Cem anos que está acesa, amigo! Quantos milhões de dólares nos tiraram dos bolsos fazendo deliberadamente porcarias para que as pessoas comprem, comprem, comprem e comprem.

Mas esta globalização de olhar para todo o planeta e para toda a vida significa uma mudança cultural brutal. É o que nos requer a história. Toda a base material mudou e cambaleou, e os homens, com nossa cultura, permanecem como se não houvesse acontecido nada e, em vez de governarem a civilização, deixam que ela nos governe. Há mais de 20 anos que discutimos a humilde taxa Tobin. Impossível aplicá-la no tocante ao planeta. Todos os bancos do poder financeiro se irrompem feridos em sua propriedade privada e sei lá quantas coisas mais. Mas isso é paradoxal. Mas, com talento, com trabalho coletivo, com ciência, o homem, passo a passo, é capaz de transformar o deserto em verde.

O homem pode levar a agricultura ao mar. O homem pode criar vegetais que vivam na água salgada. A força da humanidade se concentra no essencial. É incomensurável. Ali estão as mais portentosas fontes de energia. O que sabemos da fotossíntese? Quase nada. A energia no mundo sobra, se trabalharmos para usá-la bem. É possível arrancar tranquilamente toda a indigência do planeta. É possível criar estabilidade e será possível para as gerações vindouras, se conseguirem raciocinar como espécie e não só como indivíduos, levar a vida à galáxia e seguir com esse sonho conquistador que carregamos em nossa genética.

Mas, para que todos esses sonhos sejam possíveis, precisamos governar a nos mesmos, ou sucumbiremos porque não somos capazes de estar à altura da civilização em que fomos desenvolvendo.

Este é nosso dilema. Não nos entretenhamos apenas remendando consequências. Pensemos na causa profundas, na civilização do esbanjamento, na civilização do usa-tira que rouba tempo mal gasto de vida humana, esbanjando questões inúteis. Pensem que a vida humana é um milagre. Que estamos vivos por um milagre e nada vale mais que a vida. E que nosso dever biológico, acima de todas as coisas, é respeitar a vida e impulsioná-la, cuidá-la, procriá-la e entender que a espécie é nosso "nós".

Obrigado.

Tradução: Fernanda Grabauska

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

SOBRE REELEIÇÕES

A MP 620 vale para todas as Associações, Federações, Ligas e Confederações. Todas as federações e Confederações recebem dinheiro publico, seja do governo federal, seja do governo estadual (através da secretaria de esporte), seja do governo municipal (através da secretaria de esporte) e através de emendas parlamentares (vereadores e deputados). O Senado aprovou no final da tarde desta terça-feira (17) a limitação do mandato de dirigentes de entidades esportivas através da MP 620, agora segue para sanção da presidente Dilma, o que deve ocorrer imediatamente. Inclusive a Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado já tinha aprovado em caráter terminativo o Projeto de Lei 253/2012, do senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), que também limita o mandato de dirigentes esportivos. A MP 620 apenas apressou o processo. Com a aprovação da MP 620, os atletas participarão diretamente das eleições nas Federações.O novo modelo de gestão do esporte aprovado na MP 620 estabelece requisitos para que as entidades do Sistema Nacional do Desporto possam receber recursos públicos e usufruir de benefícios fiscais.

Estes requisitos referem-se basicamente a mecanismos de transparência e profissionalização da gestão, com a limitação de mandatos dos dirigentes e a garantia de participação dos atletas no processo eleitoral.Além disso, este novo modelo promove a democratização do processo de eleição dos dirigentes das entidades, garantindo a participação dos atletas. Não adianta ficar se iludindo que isso não se  aplica a federação X ou Y. Isto e a LEI aplica-se a TODOS. Acabou a FARRA dos  que PERPETUAM-SE no PODER por anos a fio, fazendo mutretas e mutretas para se reeleger. "É um momento histórico, temos muito o que comemorar", afirmava Hortência momentos antes da aprovação. "O apoio, tanto aqui dentro como da sociedade lá fora, como não poderia deixar de ser, tem sido muito grande. Todos somos a favor de mais transparência e democracia na gestão esportiva", avaliava Raí. Portanto amigos esse e um grande momento para o nosso esporte em todo BRASIL (e ninguém vai ficar de fora). O BRASIL tem que comemorar. ACABOU A FARRA.

Renan Corrêa
Programa Top Sport - Net Fortaleza
Revista Ta Na Area.

Fonte: recebido pelo renancorrea@superig.com.br em 2013-09-19 (com correções ortográficas).

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Torneio dos Amigos Veteranos do Basquetebol 2013

Veteranos

Iniciou nessa última quarta-feira, dia 18/9, o Torneio dos Amigos Veteranos do Basquetebol.

Cia Atlética, Médici, Muiraquitã e Val-de-Cans são as equipes participantes.

Somente atletas com 35 anos ou mais.

A partida foi entre Médici 65 x 42 Muiraquitã.

Boa sorte pra todos.

Olha aí abaixo a galera.






sexta-feira, 21 de junho de 2013

Resultado da Enquete na Câmara dos Deputados Acerca da PEC 37

Saiu o resultado da enquete na Câmara dos Deputados acerca da PEC 37 que trata sobre as investigações criminais pelo Ministério Público.

Houve recorde na quantidade de votos neste sítio, foram 223.629, o segundo, que ainda está em aberto, tem somente 63.025 votos (em 2013-06-21 às 8h30).

A pergunta da enquete foi "Você concorda que investigações criminais sejam realizadas somente pela Polícia e não mais pelo Ministério Público (PEC 37/11)?".
   
O resultado para cada alternativa foi:
  1. 87.02 %; 194.604 votos; "Não. Acho que o MP deve poder investigar quando julgar necessário.";
  2. 11.45 %;  25.601 votos; "Sim, concordo.";
  3.  1.53 %;   3.424 votos; "Em parte. Acho que o MP deve investigar somente casos específicos.".
Continuem, ainda temos a petição com assinaturas no AVAAZ.

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Apuração das Eleições do Sindicato



Depois da votação começa a apuração, todos lá na Sede do Sindicato dos Bancários do Pará (localizado na Rua 28 de setembro, 1210, próximo a Doca), para fazer valer o voto da categoria. Chapa 2, Unir Bancários, Fortalecer a União com a Categoria, pois temos Compromisso, somos Independentes de atrelamentos políticos e seguimos a cartilha da Transparência.

Voto pra Unir, Voto pra Valer
Chapa 2

O primeiro dia de apuração dos votos que elegerão os representantes da Diretoria e Conselho Fiscal do Sindicato dos Bancários do Pará para os próximos três anos terminou por volta de 1h da manhã, com 15 urnas apuradas, sendo 12 do interior e 3 da capital.

O resultado parcial indica a liderança da Chapa 1 – Ousar e Avançar – A Chapa do Sindicato com 202 votos. Já a Chapa 2 – Unir Bancários - Pra mudar o Sindicato obteve 145 votos.


Os trabalhos da Comissão Eleitoral e da mesa apuradora foram acompanhados de perto pelos fiscais, advogados e representantes das duas chapas que concorrem ao pleito. Já na arquibancada, bancários, bancárias e candidatos atentos ao processo.


É importante que todos estejam atento às urnas, mesmo fora dos momentos de apuração, para que não sejam violadas.

A apuração será retomada nesta sexta-feira (26), às 17h, na sede do Sindicato em Belém. Se você é um de nossos associados sinta-se convidado a acompanhar a contagem dos votos.


Fonte: www.bancariospa.org.br

terça-feira, 16 de abril de 2013

Sou Mais Chapa 2



Sou + Chapa 2. Uma Nova Liderança. Um Novo Sindicato

Estamos chegando próximo aos dias da eleição que mudará os rumos do Sindicato dos Bancários do Pará. É chegada a tão almejada hora. Fortes e unidos. Todos os bancários. Por um sindicato que lute pela categoria, por nós.

Serão nos dias 23, 24 e 25 de abril.

Exemplo de luta que propomos e com toda nossa força conquistaremos (uma dentre tantas das nossas proposta concretas): Garantir, em seis meses, processos judiciais coletivos de 7ª e 8ª horas para todos os Bancos, com vistas a assegurar o respeito da jornada de trabalho sem redução de salário.

Com o seu apoio e voto, conduziremos uma gestão transparente, limpa, ética e comprometida, principalmente e integralmente, com as conquistas da categoria, sem conflitos de interesse, que darão garantia de direitos, assim como a luta pela dignidade e ainda avanços reais que surtam efeito na vida de cada trabalhador das instituições financeiras deste Estado.



A INDEPENDÊNCIA que a categoria PRECISA você sabe onde encontrar!

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Chapa 2: Por Um Sindicato Independente, Autonômo, Livre

PRA LUTAR VERDADEIRAMENTE PELOS BANCÁRIOS

Nos dias 23, 24 e 25 de abril haverá eleição para a escolha da nova Diretoria e Conselho Fiscal do nosso Sindicato dos Bancários do Pará.

Nós aceitamos o desafio de propor uma chapa alternativa nesta eleição e oferecer aos bancários e bancárias uma opção de voto na mudança para melhor, para colocar o poder legal de representação do Sindicato ao lado dos bancários, desatrelado de direções de bancos, governos e partidos.


Nosso Sindicato nunca esteve tão atrelado ao governo como hoje e quem perde com isso somos nós, bancários e bancárias, que assistimos a um Sindicato inoperante, distante da categoria, indiferente às condições de trabalho e vida dos bancários. Nós queremos e nos comprometemos a mudar essa história!
Independência, autonomia e liberdade do Sindicato: este é o compromisso que nos move e que nos orienta. Pedimos seu voto na Chapa 2, “Unir Bancários Pra Mudar o Sindicato”.

Com o seu apoio, conduziremos uma gestão limpa, ética e comprometida, principalmente, com as conquistas da categoria que vão dar garantia de direitos, a luta pela dignidade e avanços reais que surtam efeito na vida de cada trabalhador das instituições financeiras deste Estado.

A INDEPENDÊNCIA que a categoria PRECISA você sabe onde encontrar!


Unidos somos fortes, unidos por um só objetivo somos invencíveis.

Concurso Prorrogado Edital 002/2013 – Advogado

Comunicamos que está prorrogado o prazo para inscrição ao Concurso Público para o cargo de Nível Superior – Advogado Nível 1, do quadro de pessoal do Banpará,  até o dia  19/04/2013, data limite para o pagamento do Boleto Bancário, que deverá ocorrer   nas agências do Banpará, preferentemente.

A primeira etapa do certame acontece em 5 de maio de 2013. Os candidatos poderão se inscrever pelo site www.banparanet.b.br, de 28 de março a 19 de abril de 2013. O concurso constará de provas objetivas de conhecimentos gerais, prova escrita de natureza discursiva e/ou dissertativa, envolvendo questões de Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Civil e Direito Comercial; prova escrita de natureza discursiva, dissertativa e/ou prática, envolvendo questões de Direito Processual Civil e Direito Material e Processual do Trabalho e prova de títulos, de natureza classificatória. Mais detalhes no edital pelo link: http://www.banparanet.com.br/midias/docs/15_editaldoconcursopublicodeadvogado.pdf

A oportunidade, segundo consta em edital, é para profissional com nível superior completo em Direito e registro na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

O contratado terá direito à remuneração de até R$ 7.344,91, acrescida de participação nos lucros e resultados do Banco, possibilidade de participação, por opção, aos planos de saúde, odontológico e de previdência complementar e auxílio alimentação/refeição, entre outros.

Conforme dados do certame, a jornada de trabalho será de 30h semanais e o contrato, em regime celetista.

Fonte: www.banparanet.com.br

terça-feira, 9 de abril de 2013

Chapa 2 na SUTEC - BANPARÁ




Hoje a Chapa 2, Unir os Bancários para Mudar o Sindicato, para Diretoria do Sindicato dos Bancários do Pará, esteve na unidade da SUTEC - BANPARÁ apresentando suas propostas. Conversamos com sindicalizados e não sindicalizados. Estamos montando uma propostas de campanha baseada na presença na vida do bancário.

Unidos somos fortes, unidos por um objetivo somos invencíveis.

Obrigado a todos da SUTEC - BANPARÁ por nos receber de braços abertos, independentes de suas convicções políticas. Rumo a vitória.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Ação Solidária do Emaús


Tá a fim de curtir uma vibe bacana e fazer uma boa ação????

Então amanhã deixa essa preguiça de lado e venha curti um sonzinho legal com varias artistas paraenses que já confirmaram presença e darão uma canjinha para quem aparecer.

Ah importante, tem várias comidinhas, em especial a feijoada e bebidas rolando para angariar fundos, então nada de ir almoçado galera, a onda é comer lá !!!!!!

Se liga ai neste sábado, dia 06/03 a Ação Solidária do Emaús, das 10h as 16h, na Trav. Quintino Bocaiuva, entre Apinages e Padre Eutiqueo.

Você é nosso convidado, venha fazer parte dessa família e somar conosco nesta corrente do BEM.

Bjs
Aline Machado

(enviado por email através da conta cufapara@cufapara.com.br)

quinta-feira, 4 de abril de 2013

A Hora de Unir os Bancários pra Mudar o Sindicato Chegou!!!

Juntos por uma nova diretoria para o SEEB-PA




Nos dias 23, 24 e 25 de abril haverá eleição para a escolha da nova diretoria e conselho fiscal do Sindicato dos Bancários no Pará. Este é um dos momentos mais importantes para a nossa categoria, uma vez que a partir da vontade democrática da maioria escolheremos as pessoas que serão responsáveis por conduzir nossas lutas pelos próximos três anos.

Escrevemos este manifesto como bancários e bancárias que estão presentes em todos os momentos de luta e resistência por melhores condições de vida e remuneração, mas que ao longo e pela experiência desses momentos, construímos a convicção de que a categoria não vem sendo conduzida da melhor forma. Hoje sabemos que nossa capacidade de mobilização e organização são as chaves para as vitórias e que tal capacidade está reduzida pelo descrédito, produto da omissão, do atrelamento partidário e da falta de democracia e transparência na condução do Sindicato.

O governo federal tem obedecido aos banqueiros do país, visando manter o crescimento dos seus lucros. Enquanto os bancos ampliaram seus lucros nesses últimos anos, os bancários e bancárias viveram, vivem e trabalham em condições cada vez mais difíceis. Temos o pior nível salarial dentre as principais categorias de trabalhadores. Nossa remuneração média é inferior à maioria dos setores do serviço público federal, poder judiciário, petroleiros e metalúrgicos. Trabalhamos nas empresas mais lucrativas do Brasil, porém estamos muito atrás em termos de remuneração e direitos.

Os bancos estão entre os campeões de burla da legislação trabalhista, assistencial e previdenciária. O trabalho bancário é o líder das estatísticas de adoecimento, assédio moral e pressão por metas. O trabalho bancário enfrenta graves problemas de segurança. Além de tudo, nos bancos públicos temos que conviver com constantes ataques do governo e das diretorias. Nos Bancos privados vivemos com os constantes anúncios de demissões.

Por outro lado, as entidades sindicais com raras exceções, não têm conseguido responder e resistir às investidas dos governos e dos banqueiros. Essa situação é assim, em nossa opinião, por que a CONTRAF/CUT principal confederação da categoria bancária é atrelada ao governo federal e não possui a independência necessária para conduzir de forma isenta nossas lutas. Os interesses partidários dos dirigentes estão acima dos interesses da categoria bancária. Por isso, não há uma luta séria contra as demissões nos Bancos Privados. Por isso, não temos iniciativas sérias de resistência aos ataques nos bancos públicos. A diretoria do Sindicato dos Bancários do Pará é parte dessa lógica de atrelamento partidário, o que justifica sua omissão, ausência e ineficácia na condução das nossas lutas.

Estamos construindo esse manifesto para convidar todos os bancários e bancárias do Pará para juntarem-se a nós nesse movimento, vamos nos unir, para mudar nosso Sindicato. Somos bancários e bancárias de base, temos longos anos de experiência nas lutas da categoria, temos apoio e representatividade em todos os Bancos, temos apoio de várias entidades sindicais, temos compromisso com a democracia e a transparência na gestão e convidamos você para fazer parte dessa luta.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Chapa 2: Unir os Bancários para Mudar o Sindicato

Senhores


Foi publicado ontem, dia 2/4, na internet, no sítio oficial do Sindicato, pela Comissão Eleitoral, as 2 chapas que concorrem para Diretoria e Conselho Fiscal no Triênio 2013/2016 do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários do Pará – SEEB-PA.

Faço parte da Chapa 2: Unir os Bancários para Mudar o Sindicato.

Como sempre vocês podem contar comigo sempre, e ajudem a construir um Sindicato forte, independente, autônomo e livre, votando na chapa 2. As eleições serão nos dias 23, 24 e 25 de abril. Rumo a vitória.

Esses são os nomes nas 2 chapas:

Cargo
Chapa 1
Chapa 2
1
Presidente
Rosalina do Socorro Ferreira Amorim – Banco do Brasil
Silvio Kanner Pereira Farias – Banco da Amazônia
2
Vice-Presidente
Marco Aurélio Vaz dos Remédios – Banco da Amazônia
João Nazareno Mota – Banco do Brasil
3
Secretário Geral
Eliana do Socorro Carneiro Lima – HSBC
Leonardo Souza Linhares – Banco do Brasil
4
Diretor Administrativo
Érica Fabiola Monteiro Henrique – Banpará
Norma Soares Affonso – Caixa Econômica Federal
5
Diretor Financeiro
Sérgio Luiz Campos Trindade – Banco da Amazônia
José Maria Ferreira Costa Júnior – Banpará
6
Diretor de Assuntos Jurídicos
Cristiano Moreno Valente dos Santos – Banco da Amazônia
Wagner Wendell Silva Ribeiro – Banco do Brasil
7
Diretor de Comunicação Social
Tatiana Cibele da Silva Oliveira – Caixa Econômica Federal
Ezequiel Tomé de França – Banco do Brasil
8
Diretor de Seguridade Social
Gilmar José dos Santos – Banco do Brasil
Eliene Socorro Torres Khoury – Caixa Econômica Federal
9
Diretor de Formação Cultural e Sindical
Sandro Soares de Mattos – Banco Itaú
Gilson Afonso de Medeiros Lima – Banco da Amazônia
10
Diretor de Promoções Sociais e Esportivas
Luiz Otávio Amaral Pereira – Banco da Amazônia
Lúcio Eduardo Solano Reis - Banpará
11
Diretor de Relações Sindicais
Heládia Ferreira de Carvalho Fonseca – Bradesco
Mauro Brito Ribeiro – Banpará
12
Diretor para Delegacias Sindicais
Odinéa Lopes Gonçalves – Banpará
Andrea Cristiane de Souza Amaral – Banco da Amazônia
13
Diretor para Bancos Federais
Heider Alberto Costa – Caixa Econômica Federal
Luana Karla Melo de Oliveira – Caixa Econômica Federal
14
Diretor para Bancos Estaduais
Heidiany Katrine Santos Moreno – Banpará
João Paulo Pereira de Oliveira – Banpará
15
Diretor para Bancos Privados
Saulo José Rezende de Araújo - Bradesco
Edvaldo Abreu Cardoso – Banco Rural
Suplentes
1
Diretor Suplente
Fábio Gian Braga Pantoja – Banco do Brasil
Joaquim Nazareno Melo Batista- Banco do Brasil
2
Diretor Suplente
Márcio Ramos Saldanha – Santander
Luciete Alves Baia – Banpará
3
Diretor Suplente
Victor Hugo Lemos de Araújo – Banco Itaú
Ademir Jose Rodrigues Machado - Caixa Econômica Federal
4
Diretor Suplente
Joacy Jorge Belém Pereira – Caixa Econômica Federal
Claudio Gomes Silva dos Santos – Banco do Brasil
5
Diretor Suplente
Tânia Mara Silveira Barbosa – Banco do Brasil
Joel Modesto Ferreira – Banco do Brasil
6
Diretor Suplente
João Taiguara Furtado Rebelo – Banco do Brasil
Marlon George da Costa Palheta – Banco da Amazônia
7
Diretor Suplente
Ieda Lindoso de Souza – Banco do Brasil
Igor Téo Silva Caldas – Banco da Amazônia
8
Diretor Suplente
Jardel Alves de Souza – Banco do Brasil
Raimundo Nonato da Silva Oliveira – Banco da Amazônia
9
Diretor Suplente
Dulce Helena Martins Costa – Banco da Amazônia
Jahilson Pereira dos Santos – Banco da Amazônia
10
Diretor Suplente
Silvane César Tavares Navarro – Caixa Econômica Federal
Silvana Cristina Nascimento Silva – Banco da Amazônia
11
Diretor Suplente
Heloisa Gomes Domont – Caixa Econômica Federal
Lucileide Maria Cid de Sousa – Banco do Brasil
12
Diretor Suplente
Janete Miranda de Andrade – Banco do Brasil
José Santos Sousa – Caixa Econômica Federal
13
Diretor Suplente
Sara Mendes de Morais – Banpará
Jarlles da Silva Lima – Banco do Brasil
14
Diretor Suplente
Djan Marcos da Cruz Teixeira – Banco Itaú
Jorge Antonio Rodrigues Gonçalves – Banco do Brasil
15
Diretor Suplente
José Marcos de Lima Araújo – Banco do Brasil
Cristiano Pereira Vilhena Moreira – Banco da Amazônia
Conselho Fiscal
1
Titular
José Maria Gonçalves da Costa – Banpará
Neynaldo dos Santos Silva – Banco da Amazônia
2
Titular
Rômulo Weyl da Cunha Costa – Banco da Amazônia
Moacir Augusto de Souza Leite – Caixa Econômica Federal
3
Titular
Alan Rodrigo do Nascimento Rodrigues – Caixa Econômica Federal
Wilson Carvalho da Silva Junior– Banco da Amazônia
4
Suplente
João Irany Ferreira das Neves – Banco do Brasil
Wilson Leão Monteiro Teixeira - Banpará
5
Suplente
Elizete Moura Melo de Almeida – Bradesco
Luiz Afonso de Moraes Albuquerque Vidal – Caixa Econômica Federal
6
Suplente
Roberto Rômulo de Melo Gadelha - Banpará
Etiane Patricia Silva Carneiro – Banco do Brasil

Obrigado,

Fonte: SEEB-PA.